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Jan e Aleida Assmann na Biblioteca Nacional
Além da memória comunicativa, relacionada às lembranças transmitidas de uma geração a outra de maneira informal e cotidiana, geralmente através da oralidade; há a memória cultural, referente a lembranças coletivas do passado, de caráter simbólico, que se perpetuam em textos, imagens, ritos, monumentos e outros suportes mnemônicos. Os professores Jan e Aleida Assmann, da Universidade de Konstanz, Alemanha, fazem conferência nesta terça-feira, 21 de maio, às 18h, sobre Memória Comunicativa e Cultural no auditório Machado de Assis da Biblioteca Nacional. Tratarão das ideias do sociólogo francês Maurice Halbwachs (1877-1945) sobre a memória coletiva. O evento terá tradução simultânea.
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CSZ oferece curso de xadrez
Vinte alunos de escolas petropolitanas participaram no dia 20/4 da inauguração do tabuleiro gigante na Casa Stefan Zweig, onde o escritor austríaco morou e escreveu o conto Xadrez. Os enxadristas Bruno Wilbert e Tiago Sobreira Barbosa, de Petrópolis, enfrentaram a jovem gaúcha Thauane de Medeiros, que jogou em 2011 com o campeão mundial Garry Kasparov. O vencedor do campeonato CSZ foi Rômulo Felipe Dalia Santos. A partir de 27/4 a CSZ oferece um curso de iniciação ao xadrez de 3 meses de duração, ministrado pelo professor Bruno Wilbert, sempre aos sábados. A 1ª turma (15h às 16h) é para alunos de 7a 12 anos. A 2ª turma (16h às 17h), para alunos de mais de 13 anos. O curso é gratuito, com direito a diploma. Inscrições podem ser feitas pelos telefones (24) 2245-4316 de 6ª a dom, 9h-17h e (24) 8852-7820, com Dora ou Lúcia. A CSZ disponibiliza um espaço permanente para o jogo de xadrez, aberto ao público nos dias de funcionamento (sexta, sábado e domingo, de 11 às 17h. Clique para ler a matéria que saiu no G1 Região Serrana. |
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...enquanto isso, em Genebra...
... os livros do autor austríaco também fazem sucesso, como mostram as fotografias de Renato Bromfman. |
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Parlamentar alemão visita CSZ
Em viagem pelo Brasil e Uruguai, o deputado alemão Reiner Deutschmann (FDP) visitou Casa Stefan Zweig em Petrópolis e o túmulo de Zweig e sua segunda mulher Lotte. Abaixo, com a gerente da CSZ, Dora Martini.© Consulado Geral da Alemanha do Rio) |
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Veja aqui documentário da TV Brasil sobre Zweig
Clique para ver Paraíso Utópico, documentário de 52 minutos sobre Stefan Zweig, dirigido por Ricardo Miranda. O filme se baseia no livro Brasil, um país do futuro, em que o escritor narra suas impressões acerca do país, suas belezas naturais, sua gente amável, a miscigenação, os contrastes e a cultura. O fio condutor de Paraíso Utópico são entrevistas realizadas com o jornalista Alberto Dines, o psicanalista Paulo BlanK, a jornalista e tradutora Kristina Michahelles, a professora de história da USP, Karen Lisboa e o professor de cinema da Universidade Federal Fluminense (UFF), Tunico Amâncio. O documentário foi gravado em São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Petrópolis e também conta com imagens de arquivo da TV Brasil, da Rede Minas, de Belo Horizonte, da TV Cultura, de São Paulo, e da Cinemateca Brasileira. Os atores Taciana Brown Sampaio, Suzana Castelo, Marceu Valadares e José Wendel fazem a leitura de texto de uma das obras do autor, a novela Medo.
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Cinemateca encerra mostra sobre Zweig
Não foi a primeira: o Stefan Zweig Centre de Salzburg teve a primazia com a sua mostra de filmes inspirados na obra do escritor realizada em julho/agosto de 2010. A iniciativa da Cinemateca Brasileira agora encerrada (S. Paulo, 5-9 de dezembro) destaca-se da outra porque apresentou, junto com três clássicos da zweiguiana cinematográfica, dois inéditos: o longa de ficção A coleção invisível, do franco-baiano Bernard Attal e o documentário de Ricardo Miranda, Paraíso utópico, produzido pela TV-Brasil. Carta de uma desconhecida de Max Ophuls (Hollywood,1948), Segredo Ardente de Robert Siodmak (Alemanha, 1933) e O último obstáculo -- ou Uma partida de Xadrez -- de Gerd Oswald (Alemanha, 1960) são as versões cinematográficas mais conhecidas entre as cerca de 40 produções listadas por Randolph Klawiter, o grande bibliografo de Zweig. Coleção Invisível, escrita durante a alucinante inflação alemã (1924) foi adaptada duas vezes no pós-guerra. A versão do estreante Bernard Attal é uma extraordinária façanha em matéria de reaproveitamento porque se inspirou no que Zweig tem de melhor -- a trama surpreendente e impactante – e a deslocou para cenários e circunstâncias situadas nos antípodas. O documentário de Ricardo Miranda é uma inspirada tradução de grande valor pictórico do livro de Stefan Zweig que deu um sobrenome ao Brasil, “o país do futuro”. O evento da Cinemateca Brasileira, o templo da cinefilia brasileira em S. Paulo, com o apoio do Instituto Goethe e da Casa Stefan Zweig, foi realizado com esmero e carinho, merece ser reeditado. É outra prova de que Zweig está vivo e continua universal.

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CSZ assina convênio com UCP
Mais de setenta pessoas assistiram na quarta-feira, 31 de outubro, à palestra-aula sobre Stefan Zweig com o jornalista Alberto Dines, autor de "Morte no paraíso, a tragédia de Stefan Zweig" . O evento inaugurou o convênio assinado na mesma oportunidade entre a UCP e a Casa Stefan Zweig, que, além de palestras e debates, inclui um programa de estágio. |
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Palestra sobre Zweig e Feder
A flor do exílio: amizade entre Stefan Zweig e Ernst Feder vista a partir do „Diário Brasileiro“ de Feder. Último amigo a ver Stefan Zweig com vida na véspera do suicídio, o jornalista (também refugiado) Ernst Feder fez importante carreira em sua Alemanha natal e no Brasil. Especialista em literatura do exílio, a dra. Marlen Eckl, autora do livro O paraíso está perdido em toda parte (Das Paradies ist überall verloren) tem se dedicado a pesquisar a imagem do Brasil entre os refugiados. Em sua palestra na CSZ, falou sobre partes ainda inéditas do diário de Ernst Feder. |
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Encontro anual da Sociedade Internacional SZ
A Sociedade Internacional Stefan Zweig realizou seu encontro anual na semana passada (21 a 23 de setembro) na cidade de Weimar. Destaques do programa: palestra do Dr. Burkhard Stenzel sobre „Stefan Zweig e Weimar“ e uma leitura dramatizada de Sofie Gross (Salzburg) de um texto de Stefan Zweig, “Unvermutete Bekanntschaft mit einem Handwerk“.
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SZ no New Yorker
A última edição da revista New Yorker (27 de agosto) dedica 6 páginas a um artigo de Leo Carey sobre Zweig intitulado The escape artist.
Clique para ler o artigo
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Casa Stefan Zweig aberta ao público
Depois de tantos anos de sonho, a inauguração do centro cultural e museu na última morada de Stefan Zweig virou realidade. Mais de 150 pessoas - entre elas o embaixador da Áustria, Hans-Peter Glanzer, a embaixadora da Eslovênia, Milena Smit, o cônsul-geral da Alemanha no Rio de Janeiro, Michael Worbs, o vice-prefeito de Petrópolis, Oswaldo da Costa Frias, a superintendente de Museus do Rio de Janeiro, Mariana Várzea, e a sobrinha de Lotte Zweig, professora Eva Alberman, seu filho e diversas sobrinhas radicadas no Brasil – homenagearam Stefan Zweig numa linda manha de sábado, 28 de julho. A Casa Stefan Zweig estará aberto ao público de sexta a domingo de 11h às 17h, com entrada franca até o final de agosto. Clique para ler o discurso do presidente Alberto Dines.
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Convênio com Superintendência de Museus
A CSZ se qualificou a receber uma importantíssima ajuda do poder público através de um convênio com a Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro no valor total de R$ 250 mil a serem desembolsados ao longo dos próximos 30 meses. Os recursos servirão para financiar projetos como oficinas de qualificação de professores e atendimento a alunos da rede pública municipal e estadual. |
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Site da CSZ inspira HQ sobre Zweig
Nosso site www,casastefanzweig.org foi fonte de inspiração de uma graphic novel desenhada por Guillaume Sorel e roteirizada pelo escritor francês Laurent Seksik sobre a vida de Stefan Zweig no Brasil. “Nunca tive o prazer de visitar o Brasil. Na internet, passei horas pesquisando a vista do Rio dos anos 1940 no site da Casa Stefan Zweig”, declarou o ilustrador ao jornal O Globo de 16/7. |
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Zweig no encerramento da Flip
Os livros de Zweig continuam na cabeceira de vários escritores. Cristão no mundo árabe e recém-empossado na Academia Francesa, o escritor libanês Amin Maloouf, 69 anos, 36 vividos na França, foi um dos convidados especiais da Festa Literária Internacional de Paraty. Autor de Leão Africano (1986-Bertrand Brasil), O Rochedo de Tanios (Prêmio Goncourt, 1993, Cia. das Letras), O Périplo de Baldassare ( 2000, Cia. das Letras), Maalouf veio pela terceira vez ao Brasil. Participou na Flip da mesa Literatura e Liberdade ao lado do poeta sírio Adonis e ainda debateu o mundo contemporâneo em Brasília, num encontro organizado pelo Itamaraty inspirado em seu ensaio O Mundo em desajuste – Quando nossas civilizações se esgotam ( 2009, Difel). Ainda em Paraty, foi instigado a ler para a plateia em voz alta o trecho de um livro que o havia impressionado ao longo de uma vida mergulhada em literatura (“minha pátria é a literatura”, ele diz). Era um livro de Stefan Zweig. Em entrevista a Norma Couri, ele explicou por quê: Norma Couri--Durante a Flip, ao ler a passagem de um livro marcante na sua vida, o senhor escolheu Stefan Zweig. Por que Zweig?
Maalouf – Zweig é um de meus autores preferidos, li tudo que ele escreveu. Quando me pediram para escolher uma passagem importante para ler para o público da Festa Literária de Paraty não tive dúvidas: seria um trecho de O Mundo Que Eu Vi, um livro importantíssimo, e um dos mais bonitos que já li. Norma Couri – O que o marcou nesse livro? Maalouf - O fato de ser um livro comovente, tocante, em que ele reconta sua vida através de um mundo que desapareceu, o Império Austro-Húngaro, e relata as circunstâncias em que isso aconteceu. O que é mais impressionante, ele entregou ao editor, um pouco antes de morrer junto com sua mulher, os manuscritos do livro escrito em Petrópolis. A mulher, se não me engano, era Lotte... Norma Couri – Era a secretária dele, e segunda mulher, aliás escolhida pela primeira mulher, Friderike. Maalouf – (surpreso) Isso eu não sabia, aliás tinha me programado para ir a Petrópolis para saber mais dos últimos dias e da vida do Zweig no Brasil. Mas não deu. Norma Couri – Sabia da inauguração de um Museu do Exílio, a Casa Stefan Zweig, em Petrópolis, este mês? Maalouf – Casa Stefan Zweig? Na mesma casa onde ele se suicidou? Não, eu não sabia mas já tinha prometido visitar os túmulos, conhecer a casa, e nem sabia do museu. Na próxima visita ao Brasil irei a Petrópolis, quero muito saber mais sobre Zweig. Li tudo que ele escreveu. Infelizmente não leio português nem alemão. então só poderei ler Morte no Paraíso (Alberto Dines) quando a biografia sair em francês ou espanhol.
Clique e leia outro texto publicado na Folha de S.Paulo. |
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Deu no Sunday Times
Clique para ler o artigo de Clive Davis sobre Stefan Zweig e Petrópolis em um dos jornais britânicos mais lidos (mais de 1 milhão de exemplares) |
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Cabaré Literário Stefan Zweig no CCBB, Rio de Janeiro
Mais de 80 pessoas lotaram no dia 18 de abril o auditório do quarto andar do Centro Cultural Banco do Brasil para assistir ao Cabaré Literário que contou a história da vida de Stefan Zweig pontuada por canções que marcaram época. O espetáculo foi concebido, dirigido e apresentado por André Vallias, que compôs um samba-canção inspirado na letra do Último poema de Zweig. Clique para ver o início do espetáculo:
http://www.youtube.com/watch?v=3JCCBw8r2AI
Clique para ouvir "Wien, du Stadt meiner Träume", de Rudolf Sieczynski (1914), interpretada por Servio Tulio (ao piano, Glauco Baptista):
http://www.youtube.com/watch?v=2OSEbjUt3UI&feature=relmfu
Clique aqui para ouvir a canção "In den Kasernen", de Gérard Phillippe, interpretada por Mariana de Moraes e Servio Tulio:
http://www.youtube.com/watch?v=o6lx8z2tQqk&feature=relmfu
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Obra em fase final
O museu Casa Stefan Zweig está quase pronto e deve abrir em julho. O bangalô em que o escritor viveu e morreu em Petrópolis, na rua Gonçalves Dias 34, está em fase final de reforma, dependendo ainda de recursos que virão via renúncia fiscal (Lei Rouanet). Na parte interna, faltam as luminárias, o acabamento do assoalho, pintura e o mobiliário de apoio. Veja aqui as fotos da obra |
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Plunket Press: 6 novos títulos de e sobre Zweig em e-book
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Stefan Zweig, 28/11/1881 - 23/2/1942
Faz exatos 70 anos que Stefan Zweig pôs um fim à sua vida em Petrópolis. Das milhares de páginas que escreveu ao longo de sua vida, interrompida aos 60 anos, nenhuma ficou tão famosa quanto a Declaracao, sua carta de despedida, cujo teor reproduzimos abaixo. Numa caligrafia impecável, o manuscrito final (Zweig chegou a passá-lo a limpo duas vezes) foi doado à Biblioteca Nacional de Israel. Segundo o jornalista e biógrafo Alberto Dines, o original deve ter sido doado pelo seu editor brasileiro Abrahão Koogan. Antes de morrer, em 1991, Koogan doou quase todo o seu acervo à Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro, mas deve ter encaminhado a Declaracao original para a Israel. A matéria publicada hoje, dia da morte de Zweig e sua mulher Lotte, pelo jornal Times of Israel (clicar) menciona ainda a correspondência entre SZ e Theodor Herzl, fundador do estado de Israel. Quando Zweig teve de deixar a sua casa em Salzburg, na Áustria, seu grande amigo Hugo Bergmann levou a maior parte de seu acervo para a então Palestina (1934).
Declaração
Stefan Zweig
Antes de deixar a vida, de livre vontade e juízo perfeito, uma última obrigação se me impõe: agradecer do mais íntimo a este maravilhoso país, o Brasil, que propiciou a mim e à minha obra tão boa e hospitaleira guarida. A cada dia fui aprendendo a amar mais e mais este país, e em nenhum outro lugar eu poderia ter reconstruído por completo a minha vida, justo quando o mundo de minha própria língua se acabou para mim e meu lar espiritual, a Europa, se auto-aniquila.
Mas depois dos sessenta anos precisa-se de forças descomunais para começar tudo de novo. E as minhas se exauriram nestes longos anos de errância sem pátria. Assim, achei melhor encerrar, no devido tempo e de cabeça erguida, uma vida que sempre teve no trabalho intelectual a mais pura alegria, e na liberdade pessoal, o bem mais precioso sobre a terra.
Saúdo a todos os meus amigos! Que ainda possam ver a aurora após a longa noite! Eu, demasiado impaciente, vou-me embora antes.
Stefan Zweig Petrópolis, 22. II. 1942 |
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Caros amigos da Casa Stefan Zweig
Em meados deste ano em que lembramos o 70º aniversário da morte de Stefan Zweig, sua última moradia da Rua Gonçalves Dias 34, em Petrópolis, abrirá as portas. A inauguração deverá ocorrer em julho. Além do museu destinado a preservar a vida e a mensagem do grande humanista, a casa, restaurada ao longo dos últimos anos, abrigará o Memorial do Exílio, acervo documental sobre centenas de escritores, artistas plásticos, músicos, cientistas, professores, publicitários e fotógrafos refugiados no Brasil no período 1933-1945. Sob o comando do historiador Fábio Koifman montamos um acervo virtual dos refugiados que se destacaram no campo da arte e da cultura brasileiras. Escolha um nome no nosso site (clique sobre a palavra lista) e patrocine uma cadeira de nosso auditório, onde o seu nome ficará associado para sempre ao de um dos construtores do novo Brasil. Mande um email para contato@casatefanzweig.org para mais detalhes. |
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Reforma da CSZ
A associação CSZ agradece à firma Knauf, que doou placas de gesso de revestimento interno para a obra de reforma da casa na Rua Gonçalves Dias 34. As placas já foram instaladas. Agradece também à firma Landscape, que fará o projeto de paisagismo do jardim frontal da Casa Stefan Zweig. Esta última etapa da obra está recebendo financiamento do governo alemão através do projeto Kulturerhalt (Conservação de cultura).Graças a esse tipo de parceria esperamos poder inaugurar o novo museu a partir de março de 2012.Clique para ver o último relatório fotográfico do arquiteto Mario Azevedo, responsável pela obra (Arquivo pdf) |
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Zweig no Magazine Littéraire de novembro
A capa da última edição do Magazine Littéraire (número 513, novembro) traz a chamada da publicação da peça Légende d’une vie, informando que se trata de “une pièce inconnue”. Na verdade, ela estreou em Hamburgo, em 23/12/1918. E foi publicada no ano seguinte como Legende eines Lebens: ein Kammerspiel in drei Aufzügen. Foi traduzida para o russo por I.B.Mandelstam (o grande poeta revolucionário) em 1923. Na mesma matéria, a revista anuncia a publicação de um ensaio Stefan Zweig, autopsie d’un suicide de Dominique Frischer. |
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Simpósio sobre Max Kowalski em Munique
A Escola Superior de Música e Teatro de Munique sediou nos dias 4 e 5 de novembro o simpósio sobre Artistas e emigração: Max Kowalski. Advogado e músico, Max Kowalski (1882 -1956) foi um conhecido compositor de lied do século 20. De Stefan Zweig, Kowalski musicou alguns poemas próprios e de Paul Verlaine, traduzidos pelo escritor austríaco. Kowalski estudou composição com Bernhard Sekles e atuou como advogado de 1909 a 1938, quando foi proibido de trabalhar e enviado ao campo de Buchenwald. Depois, emigrou para Londres, onde sobreviveu em condições precárias e morreu em 1956. O simpósio foi organizado em parceria com a Universidade Mozarteum (Salzburg) e a Sociedade Internacional Stefan Zweig. Entre outros, Hildemar Holl, presidente da Sociedade Internacional Stefan Zweig, fez uma palestra sobre Kowalski.
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O mundo em que vivi, agora em formato de eBook
As memórias que Zweig enviou pelo correio ao seu editor poucos dias antes de morrer, em 1942 descrevem a Viena do Império Austro-Húngaro, o mundo entre as guerras e os anos de Hitler. Agora em eBook que pode ser lido em qualquer equipamento (Kindle, Nook, computador, tablet, smart phone). Pode ser encomendado pela Amazon ou Barnes & Noble.
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Especial sobre 70 anos de Brasil, um país do futuro
O programa especial do Observatório da Imprensa que lembrou os 70 anos do lançamento do livro Brasil, país do futuro, publicado por Stefan Zweig em 1941, meio ano antes do suicídio duplo em Petrópolis, pode ser visto na página http://www.observatoriodaimprensa.com.br/videos/ultimo
O programa tem entrevistas com o historiador Fabio Koifman, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e o escritor Affonso Romano de Sant'Anna.
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Obra a todo vapor
As obras de reforma da casa em que Stefan e Lotte Zweig moraram em Petrópolis estao avançando a todo vapor. Para recolocar a casa no seu estado original de 1941, quando o casal se mudou para Petrópolis, e adaptá-la à função de museu, o engenheiro Mario Azevedo e sua equipe da M. Marc Arquitetura & Construção tiveram que “descascá-la”, como se vê na sequência de fotos no relatório enviado pelo engenheiro. Mario Azevedo também fotografou a museóloga Priscilline Altoé durante o trabalho de catalogação dos livros e documentos que constituirão o acervo CSZ. O museu Casa Stefan Zweig deve abrir suas portas ao público no final deste ano ou em janeiro de 2012.
Veja aqui as fotos da obra |
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Regina Monteiro da Silva doa máscara mortuária de SZ
A CSZ recebeu no último dia 29 de junho uma doação importantíssima: uma cópia em bronze da máscara mortuária de Stefan Zweig, feita pelo escultor Dr. Annibal Rodrigues Monteiro, que era também o seu dentista em Petrópolis. A peça foi doada pelos filhos, Regina Maria Monteiro da Silva e Romolo Rodrigues da Silva, e oficialmente entregue ao presidente da CSZ, Alberto Dines, pela filha do escultor. Terá lugar de destaque no museu que deverá ser inaugurado até o final do ano em Petrópolis. Além da máscara, os filhos do dentista ofereceram a foto original do pai passando o gesso no rosto de Zweig. Rodrigues Monteiro executou três máscaras mortuárias do escritor a pedido da diretoria de Saúde da Prefeitura de Petrópolis, posteriormente fundidas em bronze pela Fundição Cavina, no Rio de Janeiro. Uma das máscaras originais foi doada em 1993 ao Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. Monteiro também é autor de outros importantes bustos, como o de Oswaldo Cruz, da Princesa Izabel e de Airton Senna.  Regina Maria Monteiro da Silva, com Alberto Dines (dir), Beatriz Lessa e Fabio Koifman da CSZ |
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Nova foto doada ao acervo da CSZ
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País do futuro, 70 anos
Há 70 anos, em 1941, pouco após Hitler invadir a URSS, era publicado Brasil, um país do futuro, do judeu austríaco Stefan Zweig, então um dos mais célebres escritores do mundo, exilado no Rio. "Os "pátria-amada", os "ufanistas" ficarão de cara à banda, pois ninguém até hoje escreveu livro igual sobre o Brasil", provocou o escritor Afrânio Peixoto, no prefácio à edição publicada pela Guanabara. O livro marcou época, com sua visão idealizada, otimista e romanesca das qualidades e promessas da "civilização brasileira". Graças a ele, firmou-se este bordão a respeito do Brasil: "país do futuro". Clique para ler o restante do artigo de Alcino Leite Netto, publicado na Folha de S. Paulo. |
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Prefeito de Petrópolis encerra mostra sobre Zweig em Petrópolis
A cidade de Petrópolis tem um compromisso com a memória e a história de Stefan Zweig, reafirmou o prefeito Paulo Mustrangi durante o encerramento oficial da exposição Stefan Zweig Vive! que, desde sua inauguração em 14 de janeiro, já recebeu mais de 1 mil 200 visitantes. A cerimônia contou um numeroso público e personalidades como o presidente da Fundação de Cultura e Turismo de Petrópolis, Charles Rossi, que saudou a cooperação com a Casa Stefan Zweig, e o embaixador da Áustria, Hans-Peter Glanzer, que destacou a dicotomia entre euforia e desesperança, o Brasil do futuro e o mundo de ontem em que o escritor austríaco viveu.
Em seguida, uma palestra conjunta do presidente da CSZ, Alberto Dines, e do pró-reitor de Cultura e Extensão da Universidade Estácio de Sá, o escritor Deonísio da Silva que está finalizando um livro sobre Lotte, a segunda mulher de Zweig, lotou o auditório Afonso Arinos. Durante quase duas horas, o público teve oportunidade de conhecer detalhes da vida e obra do escritor.
A exposição Stefan Zweig Vive! pode ser visitada até este domingo, 1º de maio, e deverá seguir para o Rio de Janeiro no segundo semestre. A inauguração do museu Casa Stefan Zweig está prevista para o final deste ano. |
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Governo alemão doa R$ 140 mil para reforma da casa de Zweig
O embaixador da Alemanha no Brasil, Wilfried Grolig, e o cônsul-geral no Rio de Janeiro, Michael Worbs, anunciaram no dia 18 de fevereiro em Petrópolis uma verba de 62 mil euros (R$ 140 mil) para a reforma da última casa de Stefan Zweig. O financiamento é do programa de conservação de cultura do governo alemao. Os diplomatas vistoriaram a obra, onde foram recebidos pelo engenheiro Mario Azevedo.Durante solenidade no Theatro S. Pedro que contou com a presença do ministro do Turismo, Pedro Novais e dos prefeitos de Petrópolis, Paulo Mustrangi, e Teresópolis, Jorge Mario Sedlacek, o embaixador Grolig informou que durante o Ano da Alemanha no Brasil, em 2013, deverão ser realizados eventos na casa, como palestras e mostras. Os diplomatas e suas esposas visitaram ainda a exposição sobre Zweig no Centro de Cultura Raul de Leone e a Biblioteca Municipal para conhecer a coleção particular de livors do escritor austríaco e se disseram impressionados com a organização e a preservação da memória local.
Leia a seguir a matéria que saiu no jornal Tribuna de Petrópolis no dia 20/2/2012: Turistas e petropolitanos vão ganhar um presente cultural - a Casa Stefan Zweig - nunca antes aberta ao público, será transformada em museu - um Memorial do Exílio - destinado a divulgar as obras do autor austríaco e de outros artistas, intelectuais e cientistas que se refugiaram no Brasil durante o período de 1933 a 1945 e que contribuíram para a cultura, as artes e a ciência do país. A reforma da casa, localizada na Rua Gonçalves Dias, no Valparaíso, está orçada em R$ 600 mil, foi iniciada há dois meses e tem conclusão prevista para o mês de fevereiro de 2012, quando a morte de Zweig completa 70 anos. O projeto de revitalização da Casa Stefan Zweig, tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) desde os anos 80, é assinado pelo arquiteto Miguel Pinto Guimarães. A Casa Stefan Zweig pretende estabelecer parcerias com entidades afins, oferecendo acesso on line a pesquisadores e ao público em geral, e criar estímulos para pesquisa acadêmica sobre a obra de Zweig e a literatura do exílio em geral através de bolsas de estudos e concursos.
Para viabilizar o início das obras, o programa de conservação da cultura do governo alemão doou 62 mil euros, mais de R$ 140 mil, à Casa Stefan Zweig, que é uma entidade cultural de direito privado, sem fins lucrativos. “Além da política, economia, ciências e pesquisas a Alemanha e o Brasil também têm atividades culturais em comum. Stefan Zweig foi um ponto importante entre a Europa e este país, principalmente Petrópolis, porque morou aqui durante um momento importante da nossa história. Por isso nos sentimos na obrigação de ajudar a preservar a memória deste escritor austríaco tão importante. Em 2013, durante as comemorações do Ano da Alemanha no Brasil, serão organizados diversos eventos na Casa Stefan Zweig como forma de dar a ideia do que é a Alemanha contemporânea”, explicou o embaixador alemão Wilfried Grolig. O escritor Stefan Zweig e sua segunda mulher, Lotte Altmann, escolheram o Brasil como refúgio às atrocidades do nazismo que eram cometidas na Europa durante a Segunda Guerra Mundial. |
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Exposição "Stefan Zweig vive!", em Petrópolis, Rio de Janeiro
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A alma gêmea de Zweig
Alma gêmea de Stefan Zweig, também judeu, também humanista, igualmente perseguido pela intolerância que encontrou no Brasil uma "terra da promissão", o português Ambrósio Fernandes Brandão nasceu em meados do século XVI, viveu algumas décadas no Brasil, foi senhor de engenho em Pernambuco e Paraíba e em 1618 escreveu Os Diálogos das Grandezas do Brasil. A obra permaneceu inédita por mais de 200 anos e anônima cerca de 300 anos até que historiadores do porte de Adolfo Varnhagen, Capistrano de Abreu, Rodolfo Garcia e José Antonio Gonsalves de Mello conseguiram identificar o seu autor através do acrônimo de um dos interlocutores, Brandônio. Com 323 anos de intervalo, estes dois refugiados anteciparam o milagre brasileiro. Clique para ler a íntegra da palestra de Alberto Dines na Fliporto (VI Festa Literária Internacional de Pernambuco) em Olinda, em 15 de Novembro de 2010, que homenageou Clarice Lispector e teve como tema central a presença judaica na literatura ibero-americana. |
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As cartas sul-americanas de Zweig e Lotte
Stefan Zweig sempre se correspondeu intensamente com os principais expoentes das artes na Europa e no mundo. Mas à medida que a guerra avancava, ficou difícil para ele manter contato com amigos e colegas. Poucas cartas destes seus últimos anos ficaram conhecidas. Os historiadores Darién J. Davis, do Middlebury College, Vermont, e Oliver Marshall, de Sussex, Inglaterra, resgataram as principais cartas escritas pelo casal Stefan e Lotte Zweig na Argentina e no Brasil. Além de jogar uma importante luz sobre este período da vida de Zweig, os autores fazem Lotte, a segunda mulher, emergir da sombra de seu marido. |
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Zweig e Ben Huebsch, o editor nova-iorquino
Na fotografia, gentilmente enviada para a CASA STEFAN ZWEIG pelo professor Jeffrey Berlin, Zweig e seu editor norte-americano, Ben Huebsch, da Viking Press.
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Novo banner em Petrópolis
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Zweig em alta na França
Zweig continua sucesso de vendas, principalmente na Franca, onde a Flammarion lançou um novo livro de Laurent Seksik, Les derniers jours de Stefan Zweig, obra de ficção que revive os últimos dias de Zweig em Petrópolis. A foto acima ilustra o incrível e duradouro interesse francês pelo escritor austríaco. Há meses, livros de Zweig estao nos primeiros lugares das listas dos mais vendidos. Sua obra Viagem ao passado), inédita até então, vendeu mais de 200 mil exemplares desde o lançamento, em outubro de 2008 (sendo 100 mil só nos primeiros dois meses). Este sucesso de vendas gerou uma série de reedições de livros do escritor e de biografias. Assim, não é cena rara nos metrôs parisienses ver gente mergulhada em alguma obra de Zweig. Segundo um crítico, o sucesso de Zweig até hoje entre o público francês se deve ao fato de ele fazer uma "arqueologia em nossas almas".
foto © Rafael Casé |
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Morre o Dr. Juljan Czapski
Morreu no último dia 12 de janeiro aos 84 anos de idade um refugiado da Segunda Guerra que se tornou um médico famoso no país que o acolheu: o Dr. Juljan Czapski, (ou simplesmente "doutor", como era chamado). Nascido na Polônia, chegou ao Brasil aos 14 anos de idade e aqui foi o grande idealizador da "medicina de grupo". Ao lado disso, Dr. Juljan marcou presença em áreas tão variadas como da cultura e meio ambiente. Segundo sua filha, a jornalista Silvia Czapski, que está escrevendo um livro sobre ele, "Dr Juljan tinha mais planos e projetos de que eu mesma. Fiquei impressionada, nos últimos meses, com o número de pessoas comentando sua integridade, suas lutas e ideais, suas realizações e brigas em prol de um mundo mais justo." Leia mais sobre a saga da chegada da família Czapski ao Brasil. |
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Caderno Mais+ dedicado a SZ
Brasil, um país do futuro mais atual do que nunca: o suplemento cultural Mais+ do jornal Folha de S.Paulo é todo dedicado ao escritor austríaco. Vá na seção Stefan Zweig e procure em Textos os ensaios dos historiadores José Murilo de Carvalho e Ronaldo Vainfas, do antropólogo Hermano Vianna e da socióloga Maria Alice Rezende de Carvalho, entre outros. |
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Video sobre CSZ
Um vídeo sobre a história da iniciativa CASA STEFAN ZWEIG pode ser visto online. Volte bem em cima na coluna verde à direita e clique. |
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Simpósio em Fredonia
Especialistas europeus e americanos se encontraram na State University of New York em Fredonia em um simpósio sobre Stefan Zweig e suas conexões transatlânticas. A historiadora e especialista em Literatura do Exílio, Marlen Eckl, fez uma conferência durante o evento e exibiu um vídeo sobre a CASA STEFAN ZWEIG. Marlen Eckl é tradutora para o alemão da biografia Morte no Paraíso, de Alberto Dines.
O cineasta brasileiro Sylvio Back exibiu o seu longa-metragem Lost Zweig e falou sobre O gesto insondável, além de lançar a edição bilíngüe (português-inglês) do roteiro do filme publicado pela Imago (RJ, 2008). A Universidade de Fredonia possui o maior arquivo iconográfico de Zweig nos EUA, inaugurado em 1981, centenário de nascimento do escritor. Clique para ler os artigos que saíram sobre o encontro no jornal local de Fredonia, o Observer.
Symposium examines Austrian author
By MICHAEL RUKAVINA, OBSERVER Staff Writer
SUNY Fredonia to host international symposium |
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CSZ ganha Acervo Izabela Kestler
Com imensa tristeza, mas também grande gratidão, a CASA STEFAN ZWEIG comunica a generosa doação do acervo de literatura do exílio recebida pela família da germanista e professora Izabela Kestler, tragicamente falecida em junho durante o voo da Air France. Nosso “muito obrigado” é dirigido especialmente ao marido, Milton Correa Lopes Junior, à irmã, Izana Sampaio e aos pais de Izabela. Com este gesto, eles tornam a preciosa coleção de livros, revistas, manuscritos, cartas e fitas-cassete com depoimentos originais de refugiados de fala alemã no Brasil acessível a pesquisadores no Brasil e do mundo inteiro. O material já está sendo catalogada e passará a integrar o acervo da futura CASA STEFAN ZWEIG em Petropolis. A equipe que está construindo o Memorial do Exílio, sob a coordenação do historiador Fabio Koifman, busca agora patrocínios para digitalizar os depoimentos e para organizar o Fundo Izabela Kestler. Prestamos nossa homenagem póstuma à pesquisadora que, num trabalho incansável, ao longo de mais de duas décadas, realizou um trabalho importantíssimo para a memória da história do exílio no país. Clique para ver a lista preliminar de títulos que estão sendo catalogados.
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Aos 101 anos, morre o arquiteto Alexandre Altberg
Morreu no último dia 15 de agosto, aos 101 anos, Alexandre Altberg, arquiteto da Bauhaus que se refugiou no Brasil antes da Segunda Guerra Mundial e se tornou aqui famoso pelas suas obras. Altberg foi sepultado domingo dia 16 no Parque das Orquídeas em Marilia, interior de São Paulo. Sua história está ligada à de Zweig: foi o jovem arquiteto quem, em 1940, levou o casal Lotte Zweig em seu carro a um evento em prol dos refugiados de guerra. Alexandre Altberg, um comunista que considera Zweig "elitista", autor de prédios em estilo Bauhaus no Rio, fez 100 anos em junho e foi entrevistado para a CSZ por Jörg Trettler em Marilia no ano passado. |
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Quase 70 anos depois, Morin revive ideias de Zweig
Como Stefan Zweig, o filósofo, sociólogo, historiador e economista francês Edgar Morin também acredita que o Brasil seja "o país do futuro", se conseguir vencer seu maior obstáculo: a corrupção. Morin sugere uma reforma no campo educacional baseada em transdisciplinaridade e no incentivo ao princípio da solidariedade. Assim como vaticinou Zweig, os trunfos do Brasil em relação ao restante do mundo, diz Morin, estão na miscigenação cultural e na biodiversidade da Amazônia. Se o país souber aproveitar isso, assegura, poderá assumir a liderança mundial num projeto reformista que implique uma mudança multidimensional "conduzida por homens de boa vontade para criar uma nova civilização". Leia a entrevista completa que Edgar Morin deu ao jornal O Estado de S. Paulo.
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O doutorado de volta, 62 anos depois
Judeu, Stefan Zweig perdeu em 1941 o título de Dr. phil. em Filosofia, adquirido em 1904 na Universidade de Viena com a dissertação A filosofia do Hipólito Taine). Só em 2003, quase 60 anos depois do fim do nazismo, a Universidade de Viena lhe devolveu o título postumamente. O Livro Memorial para as Vítimas do Nazismo da Universidade de Viena está acessível para todos desde junho de 2009 e contém aproximadamente 2.200 nomes e minibiografias de vítimas peerseguidas, expulsas e/ou aassassinadas pro razoes étnicas ou políticas. Eram professores, docentes, estudantes. A lista está sendo acrescida gradualmente, à medida em que forem surgindo novos nomes. Mais detalhes: gedenkbuch@univie.ac.at ou por telefone +43-1/4277-41236 (Dr. Herbert Posch e Katharina Kniefacz, Departamento para Históira Contemporânea, Universidade de Viena). |
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Journey into the past
A Pushkin Press de Londres, que está reeditando os títulos de Zweig, informa que o lançamento do livro Journey into the past, no último dia 25 de junho, no Fórum Cultural Austríaco (Austrian Cultural Forum) de Londres, foi um sucesso de público. "A tradutora Anthea Bell fez uma apresentação junto com o escritor Paul Bailey, responsável pela introdução da edição de Journey into the Past, escreve-nos Laura Hugo, da Pushkin Press.
Ainda este ano, a Pushkin Press lançará The World of Yesterday (novembro). Em janeiro de 2010, será a vez de Fear, ambas em traduçoes da premiada Anthea Bell.
Leia a crítica que saiu no jornal The Independent |
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CSZ no Dia da Língua Alemã
A CASA STEFAN ZWEIG participou do Dia da Língua Alemã, realizado no dia 17 de junho, com uma palestra de Alberto Dines no Museu Imperial. Organizado pela Universidade Católica de Petrópolis, o evento tinha por objetivo divulgar aspectos da história, da educação e das novas perspectivas na Áustria e na Alemanha e contou com a presença do cônsul da Áustria, Peter Waas. Na foto, Alberto Dines com o diretor do Museu Imperial de Petrópolis, o historiador Maurício Vicente Ferreira Júnior.

fotos: Jörg Trettler |
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Morre no Peru o cônsul Steinberger

Alberto Dines e o cônsul Steinberger, abril de 2009. Foto: Jörg Trettler
A equipe da CASA STEFAN ZWEIG, consternada, expressa seus sentimentos à família, aos amigos e aos colegas do cônsul austríaco Reinhold Steinberger, falecido no dia 30 de abril em Ica, no Peru. Cônsul-geral no Rio de Janeiro há vários anos, Steinberger foi um entusiasta de primeira hora da ideia de reformar a casa onde Stefan Zweig morou e morreu em Petrópolis. Ele sempre apoiou a iniciativa. Ofereceu a sua residência para o lançamento oficial do projeto CASA STEFAN ZWEIG; em 2006. Uma semana antes, no mesmo local, na presença do embaixador Hans-Peter Glanzer, foi anfitrião da cerimônia em que o presidente da CSZ, Alberto Dines, recebeu a Ordem do Mérito Austríaca para a Ciência e as Artes. Steinberger morreu precocemente, aos 55 anos de idade, num desastre de automóvel. A mulher Jane Steinberger, que o acompanhava na viagem para conhecer as linhas de Nazca, ficou presa nas ferragens, mas sofreu apenas escoriações. Reinhold Steinberger foi enterrado nos próximos dias na Áustria. Deixou a mulher e dois filhos. |
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Viagem ao passado
Viagem ao passado, relato de uma paixão, está sendo um dos sucessos de venda na França, país onde há 43 títulos de Zweig disponíveis em formato livro de bolso, totalizando 4 milhões de exemplares vendidos. O maior sucesso continua sendo Xadrez, com 900 mil exemplares vendidos (livro regularmente usado em sala de aula), seguido por Vinte e quatro horas na vida de uma mulher, 530 mil, Confusão de sentimentos, 350 mil e Amok, 300 mil exemplares vendidos. Veja aqui uma resenha sobre a novela de Zweig publicada no Le Figaro de Paris em dezembro de 2008. |
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Cartas Zweig-Segall
O catálogo da exposição Navio de emigrantes contém a correspondência entre Stefan Zweig e Lasar Segall em fac-símile. Custa R$ 60 e pode ser obtido na recepção do museu Lasar Segall em São Paulo.
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Bem-vindos
Bem-vindos ao mundo de ontem, hoje. Ao magnífico país do futuro que jamais conseguiu resolver o seu presente. À galeria dos construtores do mundo, heróis vencidos e anti-heróis vitoriosos. À confusão de sentimentos, às cartas de desconhecidas e conhecidos. Às horas estelares e aos momentos miseráveis dos quais aprendemos tantas lições.
Bem-vindos ao pacifismo, embora cientes de que o mundo está em estado de guerra permanente. Ao humanismo e à tolerância, neste mundo cada vez mais dominado pela intolerância.
Bem-vindos à Casa Stefan Zweig para conhecer o homem, o escritor, sua vida, sua obra e sua legião de amigos – de ontem e de hoje – e compartilhar seus ideais e esperanças.
Alberto Dines, presidente da Casa Stefan Zweig
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